Retirado daqui: http://photoshopdisasters.blogspot.com/
10 de julho de 2008
8 de junho de 2008
24 de março de 2008
Gentileza

"Não dê esmola a padre
não dê esmola a pastor.
São tudo traidor.
O padre tá esmolando,
O pastor tá pastando,
E o Papa tá papando, papão.
Papão do Capeta Capital."
Profeta Gentileza
21 de fevereiro de 2008
Churrasco X salada
1 - Fisiologicamente, o ser humano é, sim, adaptado para uma dieta onívora. Mamíferos exclusivamente vegetarianos possuem determinadas características, entre elas dentição com molares bem desenvolvidos e sistema digestivo volumoso (gorilas e elefantes, por exemplo, parecem "barrigudos", embora o volume não se deva à gordura). Na natureza, carne é mais facilmente digerível do que vegetais (a vida das vacas é mastigar e mastigar, crocodilos engolem pedaços inteiros de carne). Nossos "parentes" mais próximos, bonobos e chimpanzés, também são onívoros. Além disso, há alguns nutrientes, como a vitamina B12, que têm origem exclusivamente animal, e só podem ser obtidos pelos vegetarianos via alimentos industrializados (que costumam ser tão hostilizados por quem faz esta opção alimentar quanto os produtos animais). OBS: o contrário também é verdadeiro, viver apenas de filé não é nem um pouco saudável.
2 - Vegetarianos "ativistas" (óbvio, este post não trata do vegetarianismo por motivos de saúde/estéticos) têm direito de tentar convencer os "carnívoros" a mudarem seus hábitos, mas isto não é o mesmo que explodir a churrascaria da esquina. A liberdade de um acaba onde começa a do outro. "Carnívoros" tem opção contrária a de vegetarianos, mas ainda estão no direito deles. Mudar a força os hábitos alimentares de uma pessoa equivale a levar um gay pra um puteiro pra "virá hôme", o que é ultrajante - e inútil. Faz parte do bom senso não oferecer picanha para vegetarianos, bem como para estes não arrancarem imediatamente o "pedaço de morte" da mão dos outros.
3 - Animais sentem dor, sim. Vegetais não sentem dor (não do modo como a conhecemos, claro), porque não têm sistema nervoso central. Mas ainda têm vida. Frugivoristas (só colhem frutos e bagas, para não tirarem a vida da planta) podem até dizer que não estão machucando a planta, mas esta lógica serve para leite e ovos, no caso dos animais (frutos e bagas carregam sementes, ou seja embriões, comê-los equivale a comer ovos).
4 - Continuar nesta de um lado X outro lado não vai levar nenhum dos lados a enxergar melhor a questão.
Conclusão:
Cada lado diga um foda-se para o outro.
L. Kiyoshi
20 de fevereiro de 2008
Eu gosto de comer carne
Eu gosto do sabor, do cheiro de churrasco, e mais importante, meu organismo sente falta quando naum como.
Mas eu não vou tentar convencer ninguém a comer carne por isso.
EU RESPEITO QUEM NÃO COME CARNE, EU RESPEITO OS VEGETARIANOS.
Sendo assim, queria deixar um apelo:
#Por favor vegetarianos, parem de querer convencer as pessoas a pararem de comer carne#
Cada um faz a sua opção de vida. Essa eh a minha.
A palavra chave, como um amigo meu disse, eh LIBERDADE. Cada um faz suas escolhas.
E soh pra constar, eu tenho pena sim dos animais... mas se for para pra pensar, o método de abate dos leões, tigres e outros predadores são mto mais doloridos. E eles fazem isso pra se alimentar... é a lei da sobrevivência....a ânsia da vida pela vida.
Ah, por sinal, os vegetais tb sentem dor, já q tb são seres vivos e respondem a estímulos.
19 de fevereiro de 2008
15 de janeiro de 2008
CARNAVAL REVOLUÇÃO 2008! - O ÚLTIMO!
60 horas ininterruptas de palestras, debates, oficinas, vídeos, shows, festas, performances e faça-você-mesmo. Café da manhã, almoço, lanches e jantar vegano (sem nenhum ingrediente de origem animal).
Presenças confirmadas:
John Zerzan (EUA),
Jesus Sepúlveda (Chile),
Gato Negro (BH),
Erva Daninha,
FARJ (RJ) e mais...
Dias 2, 3 e 4 de Fevereiro em São Paulo - SP
R$ 6,00 (Por dia, exceto festas. Alimentação não inclusa.)
Sem drogas ou álcool no local e ao fumar seu cigarro use o bom senso.
Informações: (11) 3255.5274
Assessoria de imprensa: (31) 8722.4374 ou (31) 9778.1368
10 de janeiro de 2008
Papai Noel às Avessas
Papai Noel entrou pela porta dos fundos
(no Brasil as chaminés não são praticáveis),
entrou cauteloso que nem marido depois da farra.
Tateando na escuridão torceu o comutador
e a eletricidade bateu nas coisas resignadas,
coisas que continuavam coisas no mistério do Natal.
Papai Noel explorou a cozinha com olhos espertos,
achou um queijo e comeu.
Depois tirou do bolso um cigarro que não quis acender.
Teve medo talvez de pegar fogo nas barbas postiças
(no Brasil os Papai-Noéis são todos de cara raspada)
e avançou pelo corredor branco de luar.
Aquele quarto é o das crianças
Papai entrou compenetrado.
Os meninos dormiam sonhando outros natais muito mais lindos
mas os sapatos deles estavam cheinhos de brinquedos
soldados mulheres elefantes navios
e um presidente de república de celulóide.
Papai Noel agachou-se e recolheu aquilo tudo
no interminável lenço vermelho de alcobaça.
Fez a trouxa e deu o nó, mas apertou tanto
que lá dentro mulheres elefantes soldados presidente brigavam por causa do aperto.
Os pequenos continuavam dormindo.
Longe um galo comunicou o nascimento de Cristo.
Papai Noel voltou de manso para a cozinha,
apagou a luz, saiu pela porta dos fundos.
Na horta, o luar de Natal abençoava os legumes.
Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
6 de janeiro de 2008
Outro ponto de vista.
ativismo.com
ou
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=70&Itemid=72
4 de janeiro de 2008
Site do Instituto Pró-Carne sofre invasão de defensores dos animais
Site do Instituto Pró-Carne sofre invasão de defensores dos animais
da Folha Online
O site do Instituto Pró-Carne foi invadido por piratas virtuais supostamente ligados a instituições de defesa dos direitos animais. A página, que tem o objetivo de enaltecer os benefícios do consumo de carne vermelha, ganhou fotos de animais ensanguentados. Até as 20h desta quinta-feira, o site invadido continuava no ar.
A ação é assinada pela ALF (Animal Liberation Front) Brasil, grupo internacional que se define como "um dos mais ativos organismos para libertação [de animais] existente". Há também um e-mail na assinatura: lobomau55@riseup.net.
| Reprodução |
| Site do Pró-Carne recebeu protesto de defensores dos animais; "recado" dos piratas virtuais remete a reportagens da Folha Online |
No topo da página, há a seguinte mensagem: "Carne: você paga com a sua saúde e nós ficamos com o seu dinheiro! O nosso lema é: quanto mais alienação, melhor!".
Há também menção sobre os supostos riscos relacionados ao consumo de carne, com links para reportagens publicadas pela Folha Online sobre o risco de câncer no intestino e o câncer pulmonar. E um vídeo do YouTube.
Do lado direito da homepage do site, os piratas virtuais colocaram três fotos com gado sendo morto.
Páginas internas também foram invadidas. Em uma delas, chamada de Pró-Carne Informa, eles publicaram um texto em que usam supostas citações de personalidades como Jean-Jacques Rousseau, Charles Darwin, Leonardo da Vinci e Albert Einstein para condenar o consumo de carne.
Procurado pela Folha Online, o presidente do Pró-Carne, Antenor de Amorim Nogueira, disse não ter sido informado do ataque dos piratas virtuais.
Em sua página na internet --em partes que parecem não ter sido invadidas--, o instituto informa ter sido fundado por pecuaristas em 2005 com o objetivo de "alavancar o consumo interno de carne bovina". Também informa que tem a intenção de "desmistificar a carne vermelha como 'vilã' das carnes, enaltecendo as qualidades nutritivas".
A instituição é responsável por uma campanha publicitária que circulou no metrô de São Paulo há alguns meses, que estimulava o consumo de carne vermelha. O slogan era "Coma Carne. É Saborosa, É Saudável, É Natural".
24 de dezembro de 2007
9 de dezembro de 2007
19 de julho de 2007
JJ3054/17Jul.
Todos os setores do governo estão buscando BODES EXPIATÓRIOS, enquanto o presidente banca o avestruz enfurnado no Palácio do Planalto até seus "companheiros" limparem sua barra. Provavelmente, o molusco sem o tentáculo mindinho esquerdo está mais abalado com as VAIAS NA ABERTURA DO PAN do que com O PIOR DESASTRE AÉREO DO MUNDO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS. Ao contrário de Bush indo pra Nova York logo que a poeira baixou, Lula provavelmente não sairá de seu palácio.
Vai sobrar tiros para todos os lados. O primeiro alvo provavelmente vai ser o INFRAERO (ou, mais apropriadamente, InfraZero, como diz o Macaco Simão na Folha), que liberou a pista sem o tal do GROOVING (sulcos na pista que ajudam no escoamento da água em dias de chuva, além de aumentar o atrito do trem de pouso com a pista), termo que provavelmente ninguém sabia que existia antes do desastre, a exemplo do TRANSPONDER no desastre anterior. O governo vai, porém, apagar todo e qualquer indício de influência política na decisão de ABRIR UMA PISTA INCOMPLETA. Não se pode dizer que foi um incidente isolado: ainda no dia anterior, OUTRO AVIÃO TERIA SOFRIDO DERRAPAGEM, sem conseqüências mais graves. Há tempos, pilotos e controladores, em comunicações pelo rádio ou informais, falavam uns para os outros que a pista está escorregadia e emborrachada (ou seja, havia pedaços de trens de pouso liberados pelo atrito, tornando mais escorregadia ainda a pista).
Ao mesmo tempo, há gente falando em FALHA HUMANA, baseado no fato do piloto ter apenas alguns poucos meses no comando daquele tipo de aeronave. Assim, se fosse um piloto com 33 mil horas de vôo, haveria um bode expiatório a menos. O jovem novato é potencial culpado, um veterano seria simples vítima.
Outra potencial "culpada" nessa caçada de mentirinha, do tipo em que se solta o animal depois de capturado, é a TAM. Depois do acidente em 1996 com o FOKKER 100 (um nome mais apropriado seria Fucker 100). Aquele acidente teria sido causado por um PROBLEMA COM O ACIONAMENTO DO REVERSO, o freio do avião. Este de ontem pode ter sido causado PELO MOTIVO CONTRÁRIO. E o motivo que coloca a TAM na roda é o fato do acidente, aquele de 96, ter motivado a empresa a colocar um suposto SISTEMA DE SEGURANÇA NO REVERSO. Como se pode ver, não é um sistema de segurança seguro. Talvez, se tivesse o reverso funcionando normalmente, o avião teria conseguido pousar, como outros conseguiram no mesmo dia. TALVEZ.
Outro problema apontado pelos especialistas e também pelos "especialistas" que têm surgido ultimamente é o fato de Congonhas, O AEROPORTO MAIS MOVIMENTADO DA AMÉRICA LATINA, estar encravado na cidade. Casas, prédios, etc., avançaram em direção ao aeroporto, aumentando a magnitude de acidentes ocorridos na região. Foi uma pequena variação no ângulo da trajetória que fez o avião bater num armazém da TAM ao invés de um CONJUNTO POPULACIONAL PRÓXIMO. O fato de a cidade ter crescido ao redor do aeroporto (alô, prefeitura!) impede ampliações do aeroporto, que ajudariam a torná-lo mais seguro.
O festival de acusações já atropela os três dias oficiais de luto do governo. Farpas começam a voar (trocadilho infeliz). ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil, embora o nome mais apropriado seja Agência Nacional de Transporte Aéreo - ANTA), polícia federal, Ministério Público, Comando da Aeronáutica e vários outros órgãos CUJA FUNÇÃO É UM ATRAPALHAR O OUTRO, estão buscando culpados. Um bom começo é procurar em frente ao ESPELHO.
Em tempos: Marta já colocou um enfático "nada a declarar" sobre o caso. É que depois do "relaxa e goza", ela deve ter percebido que desse legítimo estupro já saiu um filho. E será que o ministro Guido Mantega ainda acha que a crise aérea é um sinal do "avanó da economia"? (Essa declaração, em virtude da nova legislação de conteúdos impróprios para menores, só pode ser lida na íntegra a partir das 20 horas)
Ao lado dos urubus de sempre, temos também os abutres. Na pressa pelo tempo real, muito jornalista tem dado INFORMAÇÕES INCORRETAS, principalmente nos portais de Internet (ÁPICE: NO PORTAL TERRA, A PRIMEIRA NOTÍCIA TINHA COMO MANCHETE "AVIÃO DERRAPA NA PISTA E PROVOCA 1 MORTE", provavelmente colocada no ar 2 minutos após o desastre sem que ninguém soubesse exatamente o tamanho do problema. Do contrário, acho meio difícil que a estatística permita uma conta que passe de 1 pra 200 em meia hora). Na mídia do século XXI, vale mais ser mais rápido do que mais bem informado. Assim, vale mais tentar soltar boatos de sucesso do que aguardar a lista oficial de passageiros (que, aliás, a TAM demorou 7 HORAS PARA LIBERAR, aumentando a gonia dos parentes). Entrou na roda bastante gente, incluindo a delegação do Grêmio. Antes de ser confirmada a morte de Júlio Redecker, deputado federal, já tinha gente procurando declarações dadas por ele, ou qualquer coisa que o santificasse ou o colocasse no inferno, pra conseguir notícia.
Agora, a caçada dos abutres é por parentes e amigos da vítimas. Fontes alternativas estão sendo consideradas (boa parte dos profiles do orkut das pessoas que morreram no acidente já está disponível na comunidade "PSG - Profiles de Gente Morta"). O que importa é COLOCAR ALGUÉM CHORANDO no programa vespertino de "variedades". Sensacionalismo vende.
Às vezes, dá nojo ser brasileiro. E vamos todos juntos ao próximo recorde. Novamente em Congonhas, claro.
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L.Kiyoshi. from Vietnan
18 de julho de 2007
†
Em clima de Pan, nada como quebrar um recorde. E nada melhor do que fazê-lo menos de 10 meses do recorde anterior.
Ah, estatisticamente, voar é mais seguro do que navegar ou ir de carro. Mas, se for TAM e sair de Congonhas, não me arrisco.
Desse jeito, não tem "relaxa e goza" que resista...
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L.Kiyoshi. from Vietnan






