25 de abril de 2007

As diferentes modalidades de capitalismo

Ideal: Você tem duas vacas. Aí você vende uma e compra um touro. Eles se reproduzem e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se rico.
Americano: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre. Aí você invade um país árabe dizendo que ele ameaça a democracia mundial e tem armas de destruição em massa, e rouba as vacas deles.
Francês: Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
Canadense: Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
Japonês: Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho original e produzam vinte vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e vende para o mundo inteiro.
Italiano: Você tem duas vacas. Uma você mata ao tentar fazê-la fabricar queijo diretamente na teta. Com a outra você resolve experimentar salame de vaca. Vende o salame de vaca para o mundo inteiro e fica rico.
Holandês: Você tem duas vacas. Elas não gostam de touros, fumam maconha e tá tudo bem.
Alemão: Você tem duas vacas, e elas têm horários rígidos de produção de leite, com metas pré-estabelecidas. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
Russo: Você tem duas vacas. Aí conta de novo e vê que tem cinco. Começa a contar novamente e dessa vez aparecem 42. Conta novamente e tem 12. Aí você desiste de contar e abre outra garrafa de vodca.
Suíço: Você tem 500 vacas, mas nenhuma te pertence. Você só cobra pra cuidar das vacas dos outros.
Espanhol: Você tem duas vacas, e se orgulha muito disso.
Polonês: Você tem duas vacas. Seu time perde, você bebe, briga com as duas e as mata.
Português: Você tem duas vacas. Fica chateado porque elas não geram filhotes.
Chinês: Você tem duas vacas. Coloca 300 pessoas para ordenhá-las, e se orgulha de ter pleno emprego e alta produtividade. Prende o ativista que divulgou os números.
Hindu: Você tem duas vacas. E não toca nelas.
Mexicano: Você tinha duas vacas, mas elas fugiram para os EUA.
Etíope: Você NÃO tem duas vacas.
Sul-coreano: Você tinha duas vacas, mas, com a divisão da Coréia, uma ficou em cada lado. Aí seus amigos dos EUA te emprestam 4.000 vacas para você fazer inveja ao seu vizinho do norte.
Porto-riquenho: Você não tem duas vacas, mas tem cidadania americana.
Palestino: Você tinha duas vacas, mas os judeus roubaram elas e te deram uma codorna para criar na faixa de Gaza.
Iraquiano: Você tinha duas vacas. Perde uma durante a invasão dos EUA. Troca a outra vaca por um carro-bomba e mata aqueles cães infieis do Ocidente.
Gaúcho: Você tem duas vacas. Vende as duas e usa o dinheiro pra importar carne de vaca argentina.
Argentino: Você tem duas vacas. Você se esforça pra ensiná-las a falar inglês. Elas morrem. Você vende a carne de uma delas para os gaúchos e usa a outra pra oferecer um churrasco para o pessoal do FMI.
Brasileiro: Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria um CCVP (Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca). Um fiscal vem e te autua, porque, embora você tenha recolhido corretamente a CCVP, o valor é dado pelo número de vacas presumidas, e não reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos de seu consumo de leite, queijo, couro e botões, presumia que você tivesse 200 vacas, o que gera uma multa altíssima. Você vende a vaca restante para pagar a multa e os acréscimos legais, mas é insuficiente. Aí você adere ao programa do governo chamado REFIS para parcelar o restante da dívida, com atualização da TR mais juros por 120 meses. Enquanto isso, descobre que a vaca que você vendeu foi parar nas mãos de algum político e enviada para a Suíça num esquema de caixa 2. Após 10 anos pagando a dívida, você está falido.

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L.Kiyoshi. from Vietnan

17 de abril de 2007

Ídalos

Pois é, tem coisas que é melhor nem comentar...

Como eu amo meu Brazíu!

16 de abril de 2007

E você tem problemas com textos no computador...

Vídeo sobre o surgimento do que nós conhecemos como "livro". É, foi bem complicado...

(OBS: não achei este vídeo com legendas em português... será que tem alguém capaz de transpor do norueguês ao português?)

6 de abril de 2007

quanto vale ou é por quilo?


· “Você está desvalorizando a sua universidade!”: foi a resposta que recebi de um guarda da portaria da EACH (USP Leste), ao afirmar que “qualquer pessoa pode entrar aqui”.
· O Centro Acadêmico (CA), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e os Representantes Discentes (RDs), têm poder e legitimidade de mudar algo considerado errado dentro da universidade.
· “Vocês estão sendo prejudicados sem motivo, já que a regra não faz mais sentido... mas regra é regra”: disse um professor a 3 alunos impedidos de cursar uma disciplina.
· “Pense e vote!... o voto é o mais importante exercício democrático”.
· “Não posso te dar esse resto de comida, senão amanhã todo mundo vai querer, e teremos prejuízo nas vendas”.

Estas situações e afirmações têm algo em comum? O quê?
Acredito que algo citado pelo guarda: valor.

· Quanto vale o ingresso de entrada na EACH? 11 anos de escola particular? 1 ano de cursinho e vida mal vivida?
o Com certeza vale mais que o direito de ir e vir.
· Quanto vale o poder de mudar, legitimado a uma instituição, ou a uma pessoa? 60 votos? 3.060 votos? 1 regra, ou 1 lei? 1 escolha divina? 170 milhões de votos?
o Com certeza vale mais que a autonomia de um aluno comum, ou de uma pessoa comum do Queralux.
· Quanto vale 1 regra, ou 1 lei? 1 interesse de 1 instituição? 1 interesse de 1 pessoa democraticamente eleita? 1 decisão de 1 grupo de professores?
o Com certeza vale mais que o bom senso.
· Quanto vale uma refeição? 1 ticket do bandejão? R$10,50 o quilo? R$1,00 no bom prato?
o Com certeza vale mais que a fome e a humilhação.
· E quanto vale uma pessoa, contabilizando seus sentimentos, seus anseios, sua fome (de pão e de vida), sua autonomia, e todas suas outras particularidades? Não tenho dúvida de que vale menos que o ato de adentrar na EACH, menos que uma instituição, menos que uma regra ou uma lei, menos que uma refeição.
J. Xico

3 de abril de 2007

Político honesto

Político honesto?!!!! é claro q existe!!! vamos procurar no google!! Clica aí!!
http://www.google.com/search?num=0&hl=pt&q=pol%C3%ADtico+honesto&lr=
Ops...

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Mafê

1 de abril de 2007